segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

ELEVAÇÃO DAS TAXAS DE JUROS


ELEVAÇÃO DAS TAXAS DE JUROS

 

NA PRÓXIMA REUNIÃO DO COPOM (COMITÊ DE POLÍTICA MONETÁRIO) TUDO INDICA QUE A TAXA DE JUROS SE ELEVARÁ, DEVIDO A RESISTÊNCIA DA INFLAÇÃO AO REMÉDIO MINISTRADO PELA EQUIPE ECONÔMICA DO SENHOR MANTEGA, ATRAVÉS DA VALORIZAÇÃO DO REAL FRENTE AO DÓLAR (POLÍTICA CAMBIAL), SE MOSTRAR INEFICAZ. INCLUSIVE A TAXA DE JUROS NO MERCADO FUTURO JÁ APRESENTA UMA TENDÊNCIA DE ALTA.

COMBATER À INFLAÇÃO COM POLÍTICAS PONTUAIS DO TIPO, REDUZIR IMPOSTO DA CESTA BÁSICA E REDUZIR O PREÇO DA ENERGIA, SE TRADUZ EM PURA DEMAGOGIA, CARACTERÍSTICAS DE GOVERNOS PERDULÁRIOS, QUE NÃO CONSEGUEM CONTROLAR O GASTO PÚBLICO E ELEVAR A CAPACIDADE DE INVESTIMENTO DO ESTADO.

JÁ PREOCUPADA COM A SUA REELEIÇÃO EM 2014, A PRESIDENTE DILMA, LIGOU PARA O PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL E PEDIU PROVIDÊNCIAS RÁPIDAS, ANTES QUE A OPOSIÇÃO COMECE A PEGAR NO SEU PÉ, POR CONTA DA INFLAÇÃO DO PT. NADA QUE AGRADARIA A ILUSTRE PRESIDENTE.

CLIMA QUENTE EM BRASÍLIA HOJE


CLIMA QUENTE EM BRASÍLIA HOJE

OPOSIÇÃO COBRA DO GOVERNO DILMA, ACORDO SOBRE A VOTAÇÃO DOS 3MIL VETOS EM BLOCO, VOTANDO SEPARADO APENAS O VETO DA LEI DOS ROYALTIES, PARA DEPOIS VOTAR O ORÇAMENTO DE 2013. OS LIDERES PARTIDÁRIOS SE REUNIÃO HOJE, COM A MINISTRA IDELI SALVATTI, EM BRASÍLIA, APÓS QUINZE DIAS SEM VOTAR NADA NO CONGRESSO, PARA DISCUTIR ESTRATÉGIA DE VOTAÇÃO AMANHÃ. DIA EM QUE BRASÍLIA PODERÁ PEGAR FOGO...

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Serviços de Baixa Qualidade


Serviços de Baixa Qualidade

A ANATEL divulgou recentemente relatório sobre a qualidade dos serviços de internet por celular ou tablets (3G), na oportunidade constatou que as operadoras não oferecem um bom serviço à sociedade, o que não é novidade para ninguém, o aludido documento indica estar abaixo do estipulado à qualidade da internet fornecida, pela Vivo, Claro, Tim e Oi.

Por sua vez, as operadoras alegam para se defender, que a ascensão da nova classe c no Brasil, possibilitou o acesso de mais consumidores aos serviços, e elas em contrapartida elevaram o nível de investimento para expandir a oferta de serviços com intuito de atender a maior demanda, sem comprometer e ferir as clausulas contratuais, estabelecidas em cada contrato de fornecimento. O que na prática não vem sendo sentido por todos nós que utilizamos os serviços de internet.

 Só para se ter uma ideia da dimensão do problema de fornecimento de serviço de internet, que hoje aflige os brasileiros, é relevante salientar os dados levantados pela ANATEL. Apenas no período delimitado entre agosto e outubro de 2012, 4% do tráfego de internet e SMS teve falhas de conexão ou envio o que representa o dobro do limite permitido pela ANATEL.

Nem por isso as operadoras foram autuadas pelo órgão regulador, que deixou de aplicar punições às empresas que lesaram claramente o consumidor, pois verifica-se através desses dados, que os usuários dos serviços encontram-se desprotegido na relação contratual, o que é pior, a legislação em vigor é ferida, e os órgãos de controle assistem a tudo passivamente.

O correto, em nosso entendimento, deveria as empresas creditarem nas contas dos seus respectivos clientes os dias que não ocorreram à conexão e o envio de SMS, para não se configurar prejuízo para o usuário, que infelizmente não tem ainda a quem recorrer, pois a relação consumidor e operadora de telefonia é muito desequilibrada. 

Acrescenta-se ao contexto, o fato das operadoras de telefonia, venderem uma mercadoria que não podem entregar, ludibriando o consumidor no momento em que são assinados os contratos de prestação de serviços, quando se promete o fornecimento de determinada quantidade de sinal, e na prática, o que se constata é que o fornecimento é bem menor do que o contratado. Verdadeiro absurdo! Vamos recorrer a quem?

 

José Alves de Azevedo Neto

Economista

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Investir na Prevenção


Investir na Prevenção

 

A tragédia ocorrida na cidade gaúcha de Santa Maria, deixa claro para toda a sociedade brasileira, mais uma vez, que o Brasil continua sendo o país do descaso e da falta de respeito, com que as autoridades públicas tratam a sociedade, apesar da alta carga tributária que se paga.

Não foi a primeira vez e talvez não será a última, infelizmente, tragédia que os brasileiros presenciarão, caso os órgãos fiscalizadores continuem a funcionar com a inoperância que todos nós sabemos que funciona.

No Brasil, o poder público funciona reagindo às tragédias e não de forma preventiva através de um planejamento, com o fito de se antecipar às possíveis tragédias, que porventura ocorram.

Nesta situação deplorável da cidade gaúcha, ficou patente a irresponsabilidade por parte do corpo de bombeiro e da prefeitura local, que como a maioria dos órgãos públicos fiscalizadores não possuem uma boa prestação de serviços, salvo obviamente as raras exceções que existem no Brasil. Para se ter uma ideia da leniência das  autoridades públicas com a segurança do cidadão e ilustrar a nossa argumentação, é relevante salientar que apenas 11% dos municípios do Brasil, possuem corpo de bombeiros, o que deixa claro para a sociedade que temos muito que caminhar ao longo da nossa trajetória. Lamentável!

Mas lamentável ainda, e para não dizer cômico é assistir pelos telejornais, após a anunciada tragédia, as autoridades responsáveis pela segurança preventiva do cidadão, deflagrar ação sobre as casas de eventos noturnos pelo país afora, constatando irregularidades gritantes, numa demonstração total de que as atribuições institucionais dos órgãos de fiscalização no Brasil, não funcionam, o que é pior, atestaram a própria incompetência.

Em Campos, como não poderia deixar de ser, os órgãos fiscalizadores dormitavam sobre os seus deveres institucionais, bastou ocorrer a odiosa tragédia, para que eles saíssem da sua inércia, lançando uma cruzada de   fiscalização sobre as casa noturnas da cidade, com apoio da mídia de plantão, que ao invés de cobrar das autoridades públicas o cumprimento dos seus ofícios diariamente, optam pelo sensacionalismo de curto prazo, pois assim talvez vendem mais jornais. Temos que parar de brincar de ser poder público e investir na prevenção dos acidentes, caso contrário presenciaremos mais mortes por todo o Brasil!

 

José Alves de Azevedo Neto

Economista

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Peso do Desenvolvimento



Peso do Desenvolvimento

A falta da infraestrutura logística assola sobremaneira o país como um todo. Vive-se uma carência de estrada, aeroportos, portos, oferta de energia, fatores estes impeditivos, do crescimento econômico sustentável do país.

Para se ilustrar o cenário acima, não se precisa buscar exemplos de fora, basta uma singela reflexão, sobre os fatos econômicos e sociais que na atual conjuntura, envolve os municípios de Campos e São João da Barra, a respeito do assunto, pode-se ressaltar como à guisa de exemplo o corredor logístico, se é que se pode chamá-lo assim, da BR 356, estrada que liga os dois fraternos municípios.

A população sente hoje na própria pele  exatamente o problema, ao se deslocar pela aludida BR, depara-se com um fluxo intenso de inúmeros caminhões carregados de terra ou outro material afim, disputando  espaço ao longo do dia e da noite, com os carros de passeios que  por ali trafegam, travando uma competição desigual e perigosa para vida humana, todo este frenesi  em nome do progresso que chegou  na região, de uma forma abrupta e sem planejamento dos órgãos públicos competentes, gerando para a população um grande desconforto , seja do ponto de vista econômico e social. Além do mais, deixa claro para toda a sociedade, que a iniciativa privada, trabalha numa velocidade muito acima da velocidade do poder público, no que tange a variável investimento.

 Vejam o exemplo, do Porto do Açu, cuja construção encontra-se num estágio bem avançado do seu cronograma físico-financeiro, de execução das obras, e o tão propalado corredor logístico, anunciado pelas autoridades públicas, ainda não saiu do papel e do discurso de palanque.     

Por conta da inércia e o atravanco da burocracia, creio eu, uma estrada construída há  mais de cinquenta  anos, para receber um tráfego pequeno de veículos, e que recentemente, passou por uma pequena reforma feita pelo governo federal, ou melhor dizendo  um remendo da BR 356, para que ela pudesse provisoriamente, suportar o tráfego pesado que hoje suporta, até se concluir o projeto logístico definitivo, não pode continuar a  oferecer perigo àqueles que por ali passam, já que os imensos caminhões carregados, não respeitam os carros de passeio, e me parece que as obras prometidas pelas esferas governamentais, demorarão ainda um pouco mais para serem executadas.

Acrescenta-se ao deplorável contexto, um grave e conturbado problema urbano, tais caminhões cortam uma das maiores e importantes via de Campos, à famosa avenida sete de setembro, em alta velocidade, sem respeitar a velocidade máxima do local e sem nenhum pudor pelo perímetro urbano, e muito menos são incomodados pelos guardas de trânsito. O que é lamentável!

 

José Alves de Azevedo Neto

Economista

 

sábado, 5 de janeiro de 2013

ABSURDO!!!

ABSURDO!!!
 

TODO ANO A MESMA COISA, O MESMO SOFRIMENTO DA POPULAÇÃO POR CONTA DAS ENCHENTES PREVISÍVEIS DE JANEIRO. AS AUTORIDADES NEM PRECISÃO ELABORAR OS SEUS RESPECTIVOS DISCURSOS, BASTA APENAS REPETÍ-LOS.

VERIFICA-SE, ATRAVÉS DOS ANOS QUE À CADA DIA AUMENTA A OMISSÃO DO PODER PÚBLICO, EM RELAÇÃO AS PESSOAS QUE ESCOLHEM ÁREA DE RISCO PARA MORAR.

POR PURO POPULISMO E DEMAGOGIA O PODER PÚBLICO NÃO INTERFERE NESTES CASOS, ESPERAM A TRAGÉDIA ACONTECER PARA REAGIR, AO FATO.

MAIS UM JANEIRO NAS NOSSAS VIDAS E MUITAS TRAGÉDIAS ANUNCIADAS, E AS AUTORIDADES COMO SEMPRE, DESFILANDO DE HELICÓPETERO, PARA TIRAR RETRATO E OCUPAR A MÍDIA SUBMISSA AO PODER ECONÔMICO E AOS POLÍTICOS EM GERAL, DANDO A DESCULPA DE SEMPRE...

SEM FALAR NA CORRUPÇÃO QUE ENVOLVE TODO ANO OS REPASSES QUE PARTEM DE BRASÍLIA PARA SOCORRER AS VÍTIMAS DA TRAGÉDIA DAS ÁGUAS. COMO FOI O CASO RECENTE DOS PREFEITOS DE PETRÓPOLIS E TERESÓPOLIS, AFASTADOS DOS SEUS CARGOS SOB FORTE ACUSAÇÃO DE AFANAREM, O DINEIRO PÚBLICO, QUE SERVIRIA PARA SOCORRER ÀS VÍTIMAS DA REGIÃO SERRANA. É VERDADE!!!

Contabilidade Criativa


Contabilidade Criativa
Vivendo e aprendo economia com as grandes cabeças pensantes da equipe econômica do governo Dilma.
Numa estratégia inédita para fechar as contas públicas, e elevar o superávit fiscal do exercício de 2012, ou seja, o valor utilizado pelos governos para financiar a dívida pública, a inteligente equipe de economistas do governo federal, utiliza-se de uma bela manobra contábil, denominada no mercado de triangulação, para tentar "maquiar" o balanço contábil de 2012.
Com o intuito de se executar à "maquiagem", os técnicos em economia, recorreram aos recursos do Fundo Soberano criado em 2008, com o objetivo de formar poupança para que o governo federal, pudesse investir em projetos de interesse estratégico para o país e socorrer a economia em momentos de turbulência.
A empreitada contábil se desencadeou da seguinte forma: o Fundo Soberano, possui um saldo de 15 bilhões de reais, sendo que 80% desse total, 12 bilhões de reais, será o valor sacado pelo governo, entretanto, deste valor 9 bilhões de reais encontram-se aplicado em ações da Petrobras, caso o governo fosse ao mercado vendê-las, às consequências não seriam agradáveis, porque os seus preços despencariam no mercado aberto, o que não é interessante na atual conjuntura.
Por conta disto, o governo não titubeou, através do BNDES o seu banco de fomento, comprou do Fundo Soberano as ações da Petrobras, que foram quitadas com títulos públicos do tesouro nacional do indigitado banco, que a qualquer momento, poderá vendê-las ao mercado para fazer caixa, e com isso fechar as contas públicas, que no governo Dilma não estão com um bom gerenciamento. O restante, que no caso em tela são 3 bilhões de reais, que faltam para totalizar os 12 bilhões demandados pelo governo, já se encontram em títulos públicos, no próprio fundo.
Na verdade, o governo precisará de cerca de 19 bilhões, conforme encontra-se publicado, através de portarias separadamente e sem anúncio, no "Diário Oficial da União". Se ele utilizará todo o valor ainda não se sabe, por enquanto.
Dentro deste contexto, verifica-se que as consequências da política fiscal expansionista, de redução de impostos, como por exemplo, o IPI, não fizeram bem à saúde fiscal do tesouro nacional, que foi obrigado a se submeter à manobras contábeis para fechar o exercício fiscal de 2012. Parabéns!

José Alves de Azevedo Neto
Economista