quarta-feira, 8 de maio de 2013

Rumo a Reeleição


Rumo a Reeleição

A presidente Dilma, numa atitude clara de buscar a sua reeleição para o segundo mandato, a qualquer preço, aumenta o seu arco de aliança política nomeando para ocupar a recém criada Secretaria do Ministério das Micro e Pequenas Empresas, o vice-governador e grande empresário paulista Afif Domingos, filiado ao PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.  Com tal postura, a ilustre presidente eleva a participação dos paulistas no governo federal.

Todavia, as hostes palacianas do planalto estão preocupadas com uma possível “crise ética”, pois existem dúvidas se o nobre empresário e atual vice - governador de São Paulo poderá acumular os dois cargos. Existem correntes de juristas alegando tal impossibilidade. Diante da dúvida, o caso será encaminhado a Comissão de ética da Presidência da República.

Desta maneira e com grande habilidade política na arte da cooptação, através da distribuição dos cargos públicos, para se manter no poder, o PT, torna-se quase que imbatível para as próximas eleições. É verdade!!!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Vozes de Agouro


Vozes de Agouro

Alguns campistas parecem não entender o bom momento vivido pelo nosso município, no que tange ao aspecto econômico e financeiro, a respeito da possibilidade de expansão da economia campista, sejam alavancados pelos investimentos do setor público via prefeitura e pelo setor privado, através dos grandes investimentos que convergem para o Porto do Açu, e na sua esteira outros investimentos, sobretudo, no setor imobiliário da nossa cidade que a cada dia muda a sua configuração urbana, através dos empreendimentos das incorporadoras imobiliárias, com lançamento de prédios de luxo, constituindo grande indicador de que Campos, hoje, está na rota dos grandes investidores inclusive, internacionais.

Por não entenderem o presente momento, torcem contra a cidade de forma passional e inconsequente, para que percamos os recursos dos royalties e também contra o empresário Eike Batista, um dos proprietários do Porto do Açu.

Se perdemos neste atual momento os royalties conjugado com uma possível falência do empresário Eike Batista, fato que certamente não se concretizará, devido as grandes articulações do empresário com membros do governo Dilma, Campos escreverá uma triste história econômica, podendo retroceder e continuar na dependência do setor açucareiro que nos últimos anos não apresenta boa produtividade, devido a vários fatores que não cabem aqui elencá-los.

 Com certeza, os campistas responsáveis não querem retornar ao passado, logo agora, nesta conjuntura econômica, em que tudo conspira favoravelmente para nós. Vamos torcer por nossa cidade!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Equipe Econômica Preocupada


Equipe Econômica Preocupada

As previsões da Federação Brasileira dos Bancos (FEBRABAN) preocupa a equipe econômica do governo Dilma, afirmam os banqueiros que o PIB de 2013, deverá crescer 3% e o de 2014, 3,5%. Para inflação a previsão será de 5,7% em 2013 e 2014. A imaculada instituição vai além, diz que a taxa de juros subirá nas três reuniões consecutivas do Copom, em cada reunião a taxa subirá 0,25%, o que levará a taxa Selic, que se encontra hoje em 7,5%, para 8,25% até ao final do ano de 2013.  

 Tal previsão contraria as previsões de muitos economistas do país, inclusive os técnicos do governo.  Vamos aguardar para ver quem tem razão!  

   

MP dos PORTOS


MP dos PORTOS

A presidente Dilma candidata à reeleição, visita a Expozebu em Uberaba, um dos maiores centros da agropecuária no Brasil, em seu discurso inflamado, como deve ser o discurso de uma grande candidata, afirma acreditar que o Congresso Nacional, terá a “sensibilidade” necessária para aprovar o novo marco regulatório do setor portuário do Brasil, pois ele é crucial para competitividade da economia.

Através desta medida provisória, certamente o aludido setor contribuirá para que os produtos exportados pelo o Brasil cheguem aos seus respectivos destinos, com uma estrutura de custo bem menor do que a atual.

Os empresários nacionais exportadores depositam todas as suas fichas nesta MP, inclusive as entidades representativas do setor como FIESP e FIRJAM, já mobilizaram as suas respectivas bancadas no Congresso, para que não ocorra nenhum tipo de imprevisto. A presidente Dilma também está muito confiante!

  

Melhora do Setor Industrial


Melhora do Setor Industrial

A atividade industrial brasileira apresentou um pequeno crescimento de 0,7% no mês de março em relação a fevereiro, segundo pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Estatística), todavia, no mês de fevereiro a produção industrial teve uma queda de 2,4% e em janeiro ocorreu expansão de 2,7%.

A pesquisa do IBGE teve foco em 27 ramos da atividade econômica, apenas em 13 dos 27, obteve-se crescimento, fato este que contribuiu para impactar de forma positiva o índice de março de 2013.

Relevante destacar os setores que tiveram crescimento, como os de veículos automotivos, de 5,1%, alavancado pelas sucessivas prorrogações do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), refino de petróleo e produção de álcool 3,3%, máquinas para escritório e equipamentos de informática 11,9%, bebidas 4,6%, fumo 33,4%, mobiliário 11,0% e borracha e plástico 2,7%.

Melhora do Setor Industrial


Melhora do Setor Industrial
A atividade industrial brasileira apresentou um pequeno crescimento de 0,7% no mês de março em relação a fevereiro, segundo pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Estatística), todavia, no mês de fevereiro a produção industrial teve uma queda de 2,4% e em janeiro ocorreu expansão de 2,7%.
A pesquisa do IBGE teve foco em 27 ramos da atividade econômica, apenas em 13 dos 27, obteve-se crescimento, fato este que contribuiu para impactar de forma positiva o índice de março de 2013.
Relevante destacar os setores que tiveram crescimento, como os de veículos automotivos, de 5,1%, alavancado pelas sucessivas prorrogações do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), refino de petróleo e produção de álcool 3,3%, máquinas para escritório e equipamentos de informática 11,9%, bebidas 4,6%, fumo 33,4%, mobiliário 11,0% e borracha e plástico 2,7%.
A despeito da aludida melhora da atividade industrial em março deste ano, o índice apurado pelo IBGE, não agradou a equipe econômica, porque tal resultado foi apurado antes da elevação das taxas de juros básicos da economia, pelo Banco central, cujos reflexos sobre o setor produtivo ainda não foram avaliados.
Tudo indica que na próxima pesquisa sobre o comportamento da atividade industrial do país, ocorra queda na atividade, pois com as taxas de juros altas a tendência será a majoração do crédito para as atividades econômicas, que serão compelidas a desaquecerem os seus investimentos.
Talvez neste atual momento de recrudescimento da inflação, em que o governo prioriza todos os seus esforços para impedir que a população perceba os efeitos do retorno das altas dos preços, seja necessário desaquecer a demanda agregada da economia, com reflexos negativos na curva de emprego, que poderá inverter-se gerando pequeno desemprego, imperceptíveis talvez, tendo em vista que a economia na atual conjuntura encontra-se no nível de pleno emprego, ou seja, com taxa de desemprego em torno de 6% ao ano, algo que há muito tempo na ocorre no Brasil.
Por conta deste cenário favorável e já preocupado com as críticas contundentes da oposição, que centra fogo no descontrole da inflação, que segundo um dos candidatos à sucessão da presidente Dilma, o senador Aécio Neves, a estabilidade dos preços constitui o maior patrimônio do povo brasileiro, o governo procura tomar as medidas econômicas mais amargas agora, antes que seja tarde demais, pois quando se aproximar as eleições, tais medidas ficarão proibitivas devido às consequências negativas, sobre o tecido social. Vamos aguardar!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Queda da Taxa de Juros


Queda da Taxa de Juros

Banco Central Europeu reduziu a taxa de juros básicas da zona do euro, para 0,5%, o desemprego na Europa anda alto, só na França a taxa de desemprego chega a 11% da população economicamente ativa, o objetivo é priorizar os investimentos das atividades econômicas.

Enquanto na Europa a taxa básica de juros é de 0,5%, no Brasil ela chega a 7,5%. Por conta de quê?  Será que temos no Brasil o paraíso dos banqueiros?

 A taxa de juros média do cheque especial, cobrada pelo sistema financeiro nacional é de 134% ao ano, a do cartão de crédito passa dos 200% ao ano. Barbaridade!!!